Vivemos de Momentos...

Porque a vida está sempre por um fio...

21 junho 2016

Águas...







Há águas que se perdem sem volta...
Escorrem do rosto...
Assim como se esvaem sem vontade numa qualquer fonte...
Águas que fluem...
Águas que rebentam...
Águas que nunca vão parar de correr...

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20 abril 2016

Adeus


31 março 2016

Falhei Fevereiro, mas Março não!

















Gradativa, a vida envelhece.
Tolda as acções, cada vez mais pausadas, tolerantes.
Previsível, o encanto, cada vez é menor.
A dureza da vida na sua magnitude.
Fortalece. Engrandece a leveza do ser, do sentir, do estar.
Parecem meras formas verbais, mas a exactidão das mesmas são reconhecidas,
Todos os dias, a cada gesto…

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31 janeiro 2016

From Ricardo Chacal

31 dezembro 2015

366 oportunidades para ser Feliz...


30 novembro 2015

Merry Christmas...


15 outubro 2015

Soneto Dez Minutos


















Aroma de mar...
Frio de vida...
Luz ténue...
Escondida...
A gaivota desliza,
num voo constante...
Parece menina,
De tão radiante.
O vento arrefece a alma
O medo arrefece a vida,
Escurecida...
O mar acelerado...
Sempre desajustado...
Aguarda a acalmia...

14 setembro 2015

Dias


O dia em que a cabeça ruiu,
O coração se apagou
E a vida se susteve.
Foi aquele miserável dia em que as forças não vieram,
A respiração perdeu o sopro
E a alma perdeu o medo de se esconder.
Inaugura-se o ciclo da dor.
Atravessam-se as enfermidades quase funestas.
Atiram-se as horas para os dias que surgem mais densos e longos.
Previsíveis, mas instáveis.
Cáusticos e atrozes.


04 setembro 2015

Como reagiam?















Podia ser seu filho, irmão, primo, neto, filho de alguém conhecido ou simplesmente um amigo, mas acima de tudo vai ser sempre uma criança…
A imagem choca. As circunstâncias avassalam. Ocorre-me a palavra: impotência, seguida de uma segunda: revolta.
Todos nós já tivemos três anos… Uma alegria irrepreensível… Provavelmente a inocente infância é a fase da vida em que a felicidade transborda e melhor nos descreve.
Invade-nos uma força hercúlea… Todos os sonhos do mundo nos pertencem...
Ao que parece... “Éramos todos humanos até que… A raça nos desligou. A religião nos separou. A política nos dividiu. E o dinheiro nos classificou.”
É toda esta inconsciência e inconsistência de (des)enganos que tem prevalecido.
Não há como ignorar, mas como combater?
Quantos mártires terão que coexistir?
Espera-se uma reacção. Espera-se urgência.
Senhores das guerras se fosse seu filho, irmão, primo, neto… 
Como reagiam?

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21 agosto 2015

Alma de Vida


É no descanso da alma que reparo que as folhas caídas demoram a sarar.
Nunca estamos preparados para as partidas da vida…
Fica-se num estado letárgico para além da esquizofrenia das vontades.
A partilha de alegrias que encheu corações…
Converte-se agora em vidas abandonadas, em troços invisíveis...
Sombras que o tempo abandonará…Vultos desventurados…
Vivo fora de mim.
E, as imagens felizes que me encontram, trazem boa energia, vitalidade…
A felicidade dos outros contagia-nos.
Ajuda-nos a acreditar que vitoriosos são os que acreditam que a chama vai voltar a aquecer e que a luz voltará a brilhar.
Vou descansar a vida desta alma…
E alimentá-la de palavras que custam a voltar.

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31 julho 2015

Hoje...


30 junho 2015

A um mês da década...


Falta pouco para que todo este conjunto de palavras construa uma década a que dei vida.
Às vezes a vida, a oportunidade chegam tarde...
Assim tem acontecido com as palavras...
Que andam entorpecidas... 
Ou quem sabe, cobardemente silenciosas.
Expulsam-se vidas que teimam em estar omissas.
Êxodos inconstantes.
Actos de contradição que nunca se irão esquecer.
Que os silêncios e as pausas se auto-excluam.
E que as vozes continuem a ecoar...

28 maio 2015

Palavras a ti...


24 abril 2015

3 Momentos Mágicos!!!















Cada livro pela mais ínfima e etérea participação é um momento de extrema felicidade!
E o resto é silêncio…
Sonho.
Elda Lopes Ferreira


25 março 2015

Gotas de resjuvenescimento...

















As lágrimas adormecem-me num embalo para os sonhos,
Acordada já não sou gente.
As vidas que vivi,
Desconstroem os passos que dei.
Lentos,
Lassos,
Acelerados…
Vidas cruzadas com outras tantas, desajeitadas e trôpegas.
Vidas minhas percorridas, sentidas dum só jeito…
Simples e apaixonado... 


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20 fevereiro 2015

Vértices


Falham as palavras de gratidão.

Estão guardadas no coração.

Absorvem-se no brilho do olhar, resplandecente e delicado.

Entorpe-se a voz, embargada pela vida,

que sempre continua…

Encolhe-se o medo e a fraqueza.

A inconstância susteve-se.

O diário escreve-se com nova cor.

As páginas caídas rasgaram um tempo sem futuro.

Mergulharam nas páginas da história que, submersas, se decompuseram.

Já não há tempo para páginas soltas.

Nem notas de rodapé.

Vêem-se as gordas, que enchem o olho.

Abandonam-se as que nada dizem…

A memória está mais ávida e selectiva que nunca.

Venham as energias divinas… cubram-se de assertividade…

Que as verdades sejam puras

E as almas generosas…

Num vértice de elevação sublime.
 

31 janeiro 2015

Alma...























Em contagem decrescente para uma década de palavras…


31 dezembro 2014

Os Limites Dos Sonhos Não Se Esvaziam!




















É uma reclusão forçada, triste, vazia, a que tomou conta dessa menina…
É vaga a vontade de existir. De tão vaga, vagueia nas ruas e artérias das cidades envolventes.
É vida que da mansidão se exasperou. “Nunca o silêncio gritou tanto nas ruas da minha memória”, escreveu Cassiano Ricardo. Assim tem sido…
Trovas engrandeceram a vida de magia.
Diz-se que os limites dos sonhos não se esvaziam!
Não assim… E é nessa réstia vadia que a solidão se enfrenta. Que a emoção se ausenta e o calor dos dias arrefece.
A instabilidade do tempo mistura-se com as dores da vida. Subtrai pedaços de alma que já não caminham lado a lado.
Essa menina só sabe chorar. E o tempo passado a rezar, dispersa na fé cansada…
Os santos ocupam-se das preces dos outros… O Todo-Poderoso parece fixado noutra distracção.
É difícil explicar os vazios que se voltam a encontrar nos silêncios que se constroem enquanto defesas, que deixam de ser o que são, para se tornarem no escape mais dúbio, mais inconsequente...
É certo que "Ninguém pode censurar a sua verdade."
Nem sentir uma incompreensão constante. (Im)Própria.
Fruto da diversidade das complexas contrariedades desavindas e juntas.
Já nada é passageiro. A tranquilidade faz-lhe falta.
As penas acabarão por morrer.
Afinal… Somos apenas pássaro novo longe do ninho.
Renato Russo diz que “A tristeza não nos muda. Ela nos revela.” Com uma transparência inimaginável… Espero que essa menina não se obrigue a concordar com um outro pensamento do mesmo Renato “E de todas as pessoas, que um dia foram embora, é de mim que eu sinto mais falta.”
Ela não quer ausentar-se, quer ser presença assídua…
A reflexão já não a cura...
Adeus dia… Adeus Ano…
Venha outro, mais Humano!

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29 novembro 2014

DigHeart

























"Cubra-me com o seu manto de amor...

Guarda-me na paz desse olhar..."



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07 outubro 2014

Chuva de Outono...





















O verde 'Douro' estava ali atracado sem a vida d'outrora...
As águas que escorrem na vertical são incomparáveis ao marejar do horizonte...
Desaparece tempestade... Quero apenas o paraíso das tuas águas cristalinas...
Como preciso de mergulhar nas tuas ondas...
Banhar-me nas tuas águas azuis celestiais...
Privilegiar da tua beleza em mim.
Leva essas gotas salgadas para longe.
Traz o calor que afaga o coração...
Em súplica, leva esse barco a bom porto, não o deixes imóvel, preso a um qualquer cais.
Navegar é preciso!

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